Friday, August 17, 2007

De Março de 2006 (está complicado recordar-me da ordem original dos bocados de texto... a transcrição pode por isso não estar ideal):


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Aquando do cenário crítico, uma das fases. Tantas diferenças vividas...
À calma da lâmpada escrevo isto, que norma geral demonstro por mal-entendidos, o primeiro instante em que por meramente distraído me deixo somar ou subtrair por esses passos, respostas ou gestos de reacção inexplicável contrabalanceada pela ora inconclusa, ora evasiva vergonha de si mesma.
O passo alheado em preocupações sente-se observado em velocidades e é a cruz de querer-vos falar, a extinção da flexibilidade na comunicação, materializada no torpor de uma quebra no pensar, na lentidão constrangedora do instalar-se um quase vácuo emocional que absorve o sentido de presença até restarem as sombras. Por vezes resisto, mas por alarmado já, e portanto sem o sangue-frio para emergir de imensos impasses dos nervos. E o que fica? Os destroços pessoais de um cérebro contraposto a si mesmo (sem que o esteja pensando, está-lo sentindo), e a renovada consciência da importância de sublinhar a irrelevência dos deslizes, o errado que é o sentir-me assim a mais do momento (i.e., o cuidado de não extrapolar), o valor que me tenho (postular a incompreensão ou precipitação, do mundo ou da minha sua conceptualização àquele instante crítico como as causas daquilo que é mais um estado, entidade variável e rica).

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