Friday, February 03, 2006

De uma noite de Dezembro (2):




=== === ===

Do esforço da manhã, nasce uma rua rectilínea como a missão de se estar mal disposto por omissão, e pela inconsciência menos culpada das pedras e dos buracos entre algumas das pedras. As intrínsecas pessoas já fardadas de em redor e de típico englobam já a descrença implícita às suas crenças. Globais, assomo-as de uma interdisciplina qualquer de indiferença geral. Teço pequenos bordados pictóricos e esperançosos em que dos carris do Metro, ou das memórias, emanam risos e sorrisos interpessoais e singulares, e habito alguma intenção instantânea de bem-estar, ou estar, apenas. Inserção em pequena escala repete-se e repercute-se em emoções de simplicidade que dão espaço ao ténue parto universal, da potencial liberdade, exagerado oh, sem cinematográficos rodopios de ballet intelectual, meros círculos descentrados de alguma saúde em anexo, e um eu constante, em despertar vago e cauteloso. Na selva interior ecoa um também exagerado despertador, e densos, os gritos de alarme querem também ser ouvidos em egoísmo religioso. Palpitam a par com o antagónico assentar pés, pouco ou muito descalços de botas combatentes. Evita-se o arrasto mas também o petrificante, sem fórmulas para lá da osmose respiratória e espiritual, adversos zumbidos e tons. Acredita-se de quando a quando nas tentativas pontuais, e assim se evita cair morto, logo de manhã, na vida.

0 Comments:

Post a Comment

<< Home