Saturday, December 31, 2005

De 7 de Abril, à noite:

A ideia do dramatismo enoja-me algures no espectro de hipóteses de mundo.
Vive-se devagar, por ser a mudança crucial sem peso para lá do destino, inflingindo não mais que uma linha na escrita. Recapitularam-se entretanto insistências em meras confirmações e no esbater do garrido envolvente, por demais. Com um toque de agrado, hoje, apesar do estaticismo situacional acima lido. Espaço para confiança, embora sem graças em particular.
Não basta o estar ciente, de nenhum lado da barreira. Pouco interessa até.. Apenas liberta espaço, útil ou não. O restante que o digam os pontos da recta.
O naturalmente será a pior parte, pois continua estigmatizado pelo vento imperceptível.
Passar das portas do átrio-liberdade para a consumação. O comando, provindo de dentro, e não das coisas, das limitações sem nome.

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